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DEZ

Arroz Natalino    

 


Eu sei, o assunto é polêmico, mas como estamos na semana entre o Natal e o Ano Novo, precisamos falar sobre isso. Tem gente que ama. Tem gente que odeia. Mas fato é que, desde que me conheço por gente, o arroz das ceias de Natal e Ano Novo tem uva passa!

A história da uva passa é antiga e remonta aos tempos de Roma, onde a fruta era dada de presente nas celebrações da época do solstício de inverno. E adivinhe só que em que data é comemorado o solstício de inverno no hemisfério norte? De 22 de dezembro a 25 de dezembro! Ou seja, deve ser por isso que as controversas frutinhas estão presentes nas ceias de final de ano. Nas altas classes romanas, as uvas passas eram até cobertas com ouro e serviam de objeto de decoração. Para eles, as frutas secas significavam a ausência de fome e de pobreza e eram vistas como símbolos de riqueza e prosperidade.

Ao que tudo indica, a tradição de ter frutas secas (em especial a uva passa) nas ceias é uma referência a esta época em que a fruta era tida como uma iguaria especial e, por isso, servida em ocasiões especiais. E falando em ocasiões especiais, estamos há poucos dias da comemoração de Ano Novo.  Tradicionalmente, comemoramos o encerramento de um ano e o início do próximo reunidos com a família e amigos. E por que comemoramos esse dia?

Primeiro, precisamos entender nosso calendário. O calendário é um sistema de medida de tempo importantíssimo e essencial para a vida civil. Nele, a divisão é feita em dias, meses e anos, e tem como base os movimentos da Terra e aparições do Sol e da Lua. A medição de um ano se baseia em uma rotação da Terra em torno do Sol. Um ano tem 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 45,5 segundos. Já a duração dos meses é de, aproximadamente, uma duodécima parte de um ano, ou seja, de 28 a 31 dias, e é ajustada em 12 meses.

O calendário romano original contava com 10 meses e 304 dias no ano, que começava em março. Os meses de janeiro e fevereiro foram introduzidos posteriormente. Esse calendário era mais trabalhoso, pois a contagem dos dias era feita de trás para frente, seguindo três datas padrões. Foi em 45 a.C. que Caio Júlio Cesar decidiu usar um calendário mais prático e estritamente solar, como conhecemos hoje, com 365 dias em um ano normal e 366 dias em um ano bissexto. E foi o Papa Gregório XIII que instituiu esse calendário, hoje válido em praticamente todo o mundo ocidental e em partes da Ásia.

Bom, é porque seguimos esse calendário que comemoramos a virada no ano no dia 31 de dezembro. Estudos indicam que este ritual é um dos mais importantes para praticamente todas as pessoas. Comemorar o novo ano tem o poder e a simbologia de fechar e iniciar novos ciclos. A maioria das pessoas tem a necessidade interna de rever pontos positivos e negativos do ano que passou e, com isso, fazer uma reflexão para mudar o que acharem necessário para o próximo ano.

E isso vale para tudo. Tanto para as mudanças necessárias, por erros que cometemos, como para gerar aquele “gás” do recomeço, que tanto precisamos para correr atrás de nossos sonhos e projetos! É por isso que, você torcendo o nariz ou não, a ceia de Ano Novo é importante o suficiente para conter as uvas passas nas comidas, levando prosperidade, alegria e esperança para o ano que está chegando! Mas, claro, não é uma obrigação. Cada um escolhe fazer as receitas da ceia utilizando ou não as frutinhas. J

Para a ceia deste Ano Novo, decidi fazer uma receita de arroz que poderia ser uma receita comum, das que fazemos todos os dias, mas que tem uma diferença incrível que dá um charme ao prato: é cozida no vinho. O aroma é gostoso, o sabor impressionante e o resultado final, super especial. O arroz fica roxo, super bonito e muito mais interessante, deixando qualquer um curioso para prová-lo.

Para não correr o risco de queimar e estragar sua receita, é essencial que você use uma boa panela. E quando digo boa panela, quero dizer daquelas super antiaderentes, em que você pode confiar de que nada irá grudar no fundo. Se a panela não for adequada, você corre o risco do vinho esquentar demais, queimando todo o seu arroz.

E foi por isso que escolhi a caçarola Donatello Petravera da Bialetti para preparar essa receita. Ela possui um tipo inovador de antiaderente chamado Petravera, um material reforçado com partículas de granito, que assegura a alta durabilidade. Precisamos levar em consideração que a compra de uma panela deve valer a pena e, para isso, sua duração deve ser longa. Não dá para comprar uma que estrague rapidamente e nos faça perder dinheiro e tempo. Precisamos pensar também na nossa saúde e investir em qualidade.

A caçarola Donatello Petravera possui excelente distribuição de calor, alta resistência, cabos em silicone, podendo ser usada para cozinhar, dourar ou até mesmo aquecer suas receitas no forno (até 230° C). É indicada para uso em qualquer tipo de fogão, inclusive no de indução. Além disso, possui vida longa, é altamente resistente a abrasões e manchas, de fácil limpeza e manutenção, pode ser lavada no lava-louças e é perfeita para uso sem óleo ou gordura. E o acabamento é maravilhoso, parece uma pedra!

Bom, usando ou não uva passa, se você fizer essa receita, irá surpreender a todos na ceia de Ano Novo!

INGREDIENTES

4 xícaras de arroz
150 g de manteiga
1 cebola
2 xícaras de vinho tinto seco
50 ml de caldo de carne
Água
Uva passa verde
Uva passa roxa
Amêndoas

MODO DE PREPARO

A preparação do arroz é simples e basicamente a mesma de uma versão comum. Refogue a cebola picadinha em uma colher de manteiga. Acrescente o arroz e coloque o caldo de carne, o vinho e água até cobrir tudo. Espere cozinhar até fica macio e seco (aproximadamente 20 minutos).

Enquanto isso, vamos fazer o recheio. Em uma frigideira, derreta 150 g de manteiga e coloque as amêndoas e uvas passas. Assim que as amêndoas dourarem, desligue e reserve. Quando o arroz estiver pronto, misture metade do recheio no arroz e o restante jogue por cima, fazendo uma bela decoração.

RENDIMENTO

20 porções

DICAS

Se realmente não gostar das uvas passas, é só retirar da receita, ok? Faça com as amêndoas, castanhas ou nozes que ficará uma delícia também!

 

 

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